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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Como elaborar um Plano de Estudo? Siga os passos com seu filho e ajude-o a se organizar!

PLANO DE ESTUDO
Fazer um planejamento de estudo, com dias, horários e matérias garante um salto de qualidade na preparação para as provas no colégio e posteriormente para o vestibular.


Muitas pessoas vêem o estudo como algo complicado, difícil, e até chato, e isso faz com que passamos a ter dificuldades na hora de estudar. Há muitos fatores que ajudam na hora do estudo, como o horário, o ambiente entre outros. Confira a seguir algumas dicas:

1- Se conscientize que estudar é TRABALHAR, ou seja se você é estudante então realmente desempenhe o seu papel, ESTUDE!
2- Organize um caderno para anotações durante a aula do professor, anotando algo da explicação que você achou relevante e que não tenha na apostila (livro).
3- Monte um cronograma! A montagem deve levar em consideração as aulas assistidas durante o dia e também as lições de casa a serem feitas.
Este cronograma, deve ter pelo ao menos 1 hora de estudos durante o dia e depois ir acrescentando mais tempo de acordo com suas necessidades.
4- Após montar o cronograma, verifique o ambiente no qual irá estudar. O ambiente deve ser:
* Tranqüilo;
*Com boa iluminação;
*Sem música;
*Com uma mesa - somente com os materiais básicos para o estudo para que não haja distração com outras coisas do tipo: fotos, celular, MP10 etc. Os materiais que serão utilizados devem estar organizados próximos de você.
*Uma cadeira confortável (para se manter uma boa postura durante o estudo).
*Um bom dicionário não pode faltar.
5- É importante que na hora de estudar você esteja bem alimentado, a fome prejudica os estudos, o raciocínio, e o entendimento do conteúdo, mas não fique comendo ao mesmo tempo em que estiver estudando, faça as refeições antes e depois dos estudos.
6- Surgiu alguma dúvida durante as revisões feitas em casa? Anote-as e pergunte ao professor na próxima aula! Lembre-se que perguntar é sinônimo de sabedoria e interesse, não existe perguntas tolas ou sem importância. Sua dúvida pode ser a mesma de muitos colegas de sala.
7- Deixe o seu sono em dia, durma no mínimo 8 horas por dia.
8- Estude sempre que possível no mesmo horário, isso irá treinar o seu cérebro a se adaptar.
9- Reveja as matérias do dia e refaça todos os exercícios de cálculos em uma folha de sulfite quantas vezes for necessário até entender o processo.
10- Coloque o seu cronograma de estudos em um local que você possa ver sempre, assim você lembra do seu principal compromisso o de ESTUDAR! Bons estudos!


Atenciosamente,
Orientação Pedagógica
Ariádne Twigg Lima do Nascimento

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Profissões




















Mural dia das Mães

Segue imagens que podem ser utilizadas em forma de mural ou como livro com as crianças!!!












Feliz Páscoa!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ser feliz ou ter razão?

Ser feliz ou ter razão?


Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado
para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ela consultou no
mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire,
na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela
deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava
errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado,
enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem
alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta
certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco
mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos
estragado a noite!

MORAL DA HISTÓRIA

Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma
palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar
quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão,
independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história,

tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?

Outro pensamento parecido, diz o seguinte: "Nunca se justifique; os amigos
não precisam e os inimigos não acreditam".

Passe este e-mail aos seus amigos, para ver se o mundo melhora

Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Escolas Particulares tentam métodos alternativos

As escolas particulares costumam investir em sistemas alternativos e reforços contínuos. No Colégio Augusto Laranja há o projeto Aluno-Monitor, em que os próprios estudantes ajudam os colegas com dificuldade.

Bianca Bragatto, de 16 anos, do 2.° ano do ensino médio, não se importa em passar algumas horas a mais no colégio para estudar as matérias de exatas. 'Não dá desânimo porque eu vejo o resultado. Quando tenho ajuda sempre consigo notas melhores.'




A coordenadora do ensino médio do Augusto Laranja, Maria Aldenira Nóbrega Reis, conta que o colégio apenas incentiva uma prática que partiu dos próprios alunos. 'Um ensina o outro na maior boa vontade', afirma.

No Colégio Dumont Villares, o aluno que vai mal nas avaliações contínuas e na semana de provas passa por um mapeamento individual de dificuldades. O professor, então, identifica os conteúdos não aprendidos e os retoma em sala de aula. 'É uma recuperação paralela e contínua. Se não surtir efeito, aí conversamos e montamos um horário de estudos fora do período de aula', diz Valéria Vargas, diretora de ensino. Os alunos são separados por níveis de dificuldade, e o professor aborda os assuntos com diferentes estratégias.

'As abordagens têm de ser diferentes das anteriores. Se repetirmos, o aluno continua não aprendendo', explica Valéria.

No Colégio Itatiaia, o reforço pode ser indicado a partir do 1.º ano do ensino fundamental. Como as salas são pequenas, com média de 15 alunos cada, é fácil detectar quem tem dificuldade - antes mesmo de esperar pelas notas. 'Percebemos as dúvidas por meio dos questionamentos, das reações frente ao conteúdo ensinado e da lição de casa', afirma Laura Campos, professora do acompanhamento da escola. A metodologia do reforço, segundo ela, varia para cada aluno. A ideia é tornar o aprendizado mais lúdico, seja com imagens, jogos ou atividades práticas.
FONTE: Por MARIANA MANDELLI, estadao.com.br, Atualizado: 11/10/2010 11:30

sábado, 11 de setembro de 2010

É possível o Brasil crescer sem educar?

É possível o Brasil crescer sem educar?
Se 20% da população com menos de 15 anos é analfabeta funcional, o pais corre sério risco de se tornar “uma potência de semiletrados”

Pesquisas internacionais indicam, consistentemente, que de todos os fatores que influenciam o desempenho da educação, o mais importante para o futuro de uma criança é a formação dos pais. Se os meninos e as meninas de ho¬¬je não se tornarem pais educados – e os dados disponíveis mostram que a situação vai muito mal – o Brasil está fadado a continuar a dormir o sono dos gigantes.
Muito se falou sobre o crescimento econômico do país no go¬¬verno Lula, mas tudo indica que, por enquanto, o Brasil caminha para ser uma “potência de semiletrados”, nas palavras do economista Gustavo Ioschpe.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na última quarta-feira, mostra que um em cada cinco brasileiros de 15 anos ou mais (20,3% do total) é analfabeto funcional – com menos de quatro anos de estudo.
No último teste do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), feito pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), os brasileiros ficaram na rabeira. Em matemática, o país ficou na 53.ª posição, entre 57 países. Em leitura, em 48.º, e em ciência, na 52.ª posição.
Desde que universalizou o acesso ao ensino fundamental, o país sofre para conseguir melhorar a qualidade da educação. Um ano na quarta série no Brasil ainda é bastante diferente de um ano na mesma série nos Estados Unidos, por exemplo.
De acordo com o teste do Pisa, um brasileiro de 15 anos tem a mesma habilidade de leitura que um finlandês de 9 anos. A comparação pode parecer injusta, porque a Finlândia é uma das primeiras no ranking, mas o Brasil também está atrás de outros países em desenvolvimento, como China, Chile, Uruguai e México.
Economistas já se debruçaram sobre a relação entre educação e desenvolvimento. Que ela existe, não há dúvida, mas em que medida elas são interdependentes? O cenário ideal indica que as duas forças se reforçam mutuamente.
Mais rico, um país pode gastar mais em educação e ficar ainda mais rico. Mas, se ao crescer economicamente, o país não investir na formação de sua população, seu desenvolvimento será limitado e insustentável, tendendo a regredir.
E o que o Brasil precisa fazer para melhorar a qualidade do seu sistema educacional? O que ninguém discute é que, se há que se priorizar algo por conta de restrições orçamentárias, o melhor é focar na educação dos primeiros anos. A fase inicial é determinante, porque é nela que a criança desenvolve as habilidades cognitivas e emocionais. Aprender quando mais velho é possível, claro, mas complicado. Muito do futuro de um estudante está ligado ao começo de sua vida escolar.
Nesse sentido, o Brasil investe muito mal. Um aluno do ensino superior recebe dos cofres públicos um investimento dez vezes maior do que o recebido pelo aluno do ensino fundamental. A julgar pelo perfil econômico dos alunos das universidades públicas, boa parte dos quais egressos do sistema particular de ensino, há uma alocação equivocada de recursos por parte do Estado ao longo do sistema educacional, o que acaba por gerar a distorção bem conhecida: quem fez o ensino fundamental na escola pública tem menos chance de ingressar nas universidades federais e estaduais.
Outro ponto fundamental é melhorar a qualificação dos professores. Uma maneira de conseguir isso é criar incentivos para que os próprios professores se interessem em buscar qualificação. A política de atrelar incentivos e bonificações àqueles que conseguem os melhores resultados pode ser um caminho.
Nos Estados Unidos, todos os estados dispõem de algum tipo de política que valoriza o professor por seu desempenho.
Mas esse tipo de política só faz sentido quando a escola tem os recursos mínimos para desempenhar seu papel. Se as crianças estão indo para a escola mal-alimentadas ou doentes, é claro que elas terão mais dificuldades. Se o quadro negro e as carteiras estão quebrados, a atenção do aluno se dispersa.
Três políticas
Eric Hanushek e Ludger Wößmann, economistas do Banco Mundial, estudam há anos a relação entre desenvolvimento e educação. Numa pesquisa intitulada “O Papel da Educação de Qualidade no Desenvolvimento”, de 2007, eles sugerem três caminhos para a melhora do sistema educacional.
“A chave pode estar nos incentivos – incentivos que levem à gestão focada na performance do aluno e que promova escolas com professores de alta qualidade. Para isso, três políticas vêm à frente: a promoção de maior concorrência, de modo que a demanda dos pais crie fortes incentivos para as escolas; autonomia na to¬¬mada de decisão local, para que as escolas e seus diretores to¬¬mem ações para promover o aproveitamento do aluno; e um sistema que identifique o bom desempenho das escolas e conduza a re¬¬com¬¬pensas baseadas nesses desempenhos”, diz a pesquisa.
FONTE: www.gazetadopovo.com.br publicado em Publicado em 11/09/2010 | Breno Baldrati